
segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009
O verdadeiro tiro pela culatra...
Bem haja!

sábado, 19 de Dezembro de 2009
Anda p'raí muita gente preocupada...
Entendo que é isso que me impõe a responsabilidade que tenho. Trinta e três anos de militância, colaborador de Francisco Sá Carneiro, Francisco Pinto Balsemão, Aníbal Cavaco Silva e José Manuel Durão Barroso, além de ter sido eu próprio presidente do partido, primeiro-ministro e cabeça-de-lista nas primeiras eleições para o Parlamento Europeu, entre muitas outras responsabilidades, obrigam-me a não me deixar tomar pelo desinteresse ou mesmo pela aversão."
quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009
Adeus Jaime, olá Manuel?
Para bom entendedor...
Ler até ao fim!

O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.
Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.
O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.
E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples. Ou nós, ou o palhaço."
terça-feira, 15 de Dezembro de 2009
A esperança da Dra. Manuela
E isso quer dizer o quê?
quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
Mudam-se os tempos...

O post-scriptum do arquitecto
terça-feira, 8 de Dezembro de 2009
Ping pong
Mini-ofensiva
esidencial no sentido de reafirmar a legitimidade de um governo minoritário, bem como o artigo de Mário Soares no "Diário de Notícias" de hoje onde fala de "um governo de Assembleia", a propósito da convergência que ainda na semana passada toda a oposição mostrou no Parlamento. Vamos ver como reage (ou não) Cavaco...domingo, 6 de Dezembro de 2009
Nem carne nem peixe...
Uma solução transversal
Palavras para quê?
Pensar, pensar, pensar e... estar atento!
terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
Chiça, que é demais!
"Un asunto sensible"

Um bando de fazendeiros à beira-mar...
domingo, 29 de Novembro de 2009
E será que ainda vai ajudar mais...?
Um fotógrafo chamado... Fidel

Zig-zag

sábado, 28 de Novembro de 2009
A propósito...

E a festa em jeito de almoço conseguiu reunir a nata da sociedade, com o poder económico e político representado ao seu mais alto nível.
Se não veja: entre os mais de 240 convidados, estavam lá os patrões do BES, Ricardo Salgado, do BPI, Fernando Ulrich, Murteira Nabo, o chefão da Galp e Joaquim Oliveira, da Control Investe (grupo dono do 24horas).
Até mesmo o primeiro-ministro José Sócrates – que levou consigo a namorada, Fernanda Câncio – Francisco Pinto Balsemão, políticos como António Guterres, Dias Loureiro ou Álvaro Barreto marcaram presença.
Mas não só. Proença de Carvalho, Miguel Horta e Costa, Patrícia Cavaco (a filha do Presidente da República) e o marido, Luís Montez, foram outros dos ilustres convidados. Tal como os directores dos dois semanários que andam agora nas bocas de toda gente: José António Saraiva, do “Sol”, e Henrique onteiro, do “Expresso”, levaram consigo jornalistas e sentaram- se a apenas duas mesas de distência. Grandeiro, o anfitrião, até brincou com a sua própria selecção de convidados e disse que aquela era uma festa “muito democrática (...)” .
As ambições de Granadeiro
Já chega!

Parabéns, Zé!

Pois é...

sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
Primeiro... um congresso!
quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
A hora de Alegre
quarta-feira, 25 de Novembro de 2009
Querem "empurrar" Marcelo?
terça-feira, 24 de Novembro de 2009
Obrigado!
O alerta de Soares dos Santos
O conselho do dr. Soares...

A "boavistização" do PSD...
Eva Duarte

domingo, 22 de Novembro de 2009
Juan Carlos, 34 anos depois

Brasil... by "El País"

http://www.elpais.com/articulo/portada/Brasil/gigante/despierta/elpepusoceps/20091122elpepspor_7/Tes
Razão tinha o Rei Juan Carlos...
Jorge Ferreira

As escutas que afinal não existem...
Il Divo

sábado, 21 de Novembro de 2009
Uff! (ou do mal o menos...)
sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
Um partido à deriva
Uma simples pergunta...

SOB o título "O que pensará hoje Cavaco Silva, que há uns anos falava da boa e da má moeda?", Pedro Santana Lopes escreve um excelente artigo na sua habitual coluna no semanário "Sol" e que não resisto a transcrever:
"Face ao que se vem passando em Portugal, compreenderão que muitas vezes sinta alguma curiosidade sobre o que pensará e sentirá o Presidente Cavaco Silva que, aqui há anos, defendeu que a boa moeda tinha de substituir a má moeda.
Perante o estado a que chegou o país – e que atinge o Presidente da República nos seus níveis de popularidade –, o que pensará a pessoa que entendeu que era precisa ‘moeda’ bem diferente da que existia quando escreveu o célebre artigo?
Tenho esta curiosidade – e não mudei a minha opinião de que, apesar de tudo, é um conforto ter uma pessoa com a honradez e o sentido de responsabilidade de Cavaco Silva na chefia do Estado.
Só que tudo o que se passa vai exigir, nos próximos tempos, muita firmeza política da sua parte. Como Presidente e como eventual candidato. Não é só o centro-direita que precisa de um Presidente que garanta ordem e rectidão, e que crie as condições políticas para Portugal poder recuperar e progredir. Será Cavaco Silva a protagonizar esse caminho? Já faltará pouco para se saber a decisão.
É essencial que, qualquer que seja o candidato, assuma posições claras sobre os tais temas imperativos de que falei na semana passada e que justificam a tal conferência nacional que referi.
Quase tudo deve mudar, a começar por normas do sistema de Governo e do sistema eleitoral, passando pela Justiça, pela Segurança Social, pela comunicação social.
No sistema de Governo, por exemplo, das duas, uma: ou se limita o poder presidencial de dissolução do Parlamento – ou então, como em França, dá-se ao Presidente da República o direito de presidir ao Conselho de Ministros quando o entender (actualmente, só o pode fazer se o primeiro-ministro o solicitar).
No sistema eleitoral, deve pensar-se na introdução de círculos uninominais ponderados com um círculo nacional proporcional, para além da redução do número de deputados.
No sistema de Justiça, reformar profundamente o regime do segredo de Justiça.
Na comunicação social, reforçar as garantias do pluralismo e prever incompatibilidades éticas.
Na Segurança Social, requacionar, entre outras coisas, o direito ao 14.º mês para as pessoas de rendimentos mais elevados.
É impossível a situação nacional continuar como está. Tal como é insustentável o Estado Providência, em geral, continuar com as responsabilidades que ainda lhe cabem.
Portugal tem novamente pela frente um duro caminho para o reequilíbrio financeiro. Só que a paciência dos portugueses é menor – porque já fizeram vários caminhos desses e tudo volta sempre ao mesmo. Vai ser muito exigente. E repito: só um Governo de salvação nacional o poderá fazer."
A necessidade de novos actores
quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
Coincidências...
Os energúmenos bósnios são mais energúmenos que os nossos?
Será que Cavaco já lê jornais?
Frase
terça-feira, 17 de Novembro de 2009
O paspalho ou as voltas que este País dá...
segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
Será que, será que, será que...
sábado, 14 de Novembro de 2009
Um cúmplice chamado Cavaco Silva...
sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
Sem mínimos olímpicos...
quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
Regionalização ou "retalhização"?
domingo, 8 de Novembro de 2009
Abaixo de cão!
Narciso Miranda e o "pecado" (dos outros)...
sábado, 7 de Novembro de 2009
Um excelente livro

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Já é tempo!

Qualquer coisa que não bate certo...

Há sempre um(a) idiota à esquina de um blogue...
quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
A hipótese Marcelo volta a ganhar força
O que hoje é verdade...
terça-feira, 27 de Outubro de 2009
À atenção de José Saramago...

Ainda não foi desta
segunda-feira, 26 de Outubro de 2009
Do "Público" para Bruxelas?
Um grande de Espanha


