domingo, 8 de Novembro de 2009
Abaixo de cão!
Narciso Miranda e o "pecado" (dos outros)...
sábado, 7 de Novembro de 2009
Um excelente livro

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Já é tempo!

Qualquer coisa que não bate certo...

Há sempre um(a) idiota à esquina de um blogue...
quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
A hipótese Marcelo volta a ganhar força
O que hoje é verdade...
terça-feira, 27 de Outubro de 2009
À atenção de José Saramago...

Ainda não foi desta
segunda-feira, 26 de Outubro de 2009
Do "Público" para Bruxelas?
Um grande de Espanha

domingo, 25 de Outubro de 2009
Falta muito?
O cantor, o prémio e a publicidade enganosa...
Visita obrigatória
Uma sigla...

sábado, 24 de Outubro de 2009
Um mês depois...
Pobre partido...
Não lhe ficava mal um bocadinho de vergonha...

sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
Para que conste...
quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
Não lhe liguem, coitado...
Uff...
terça-feira, 20 de Outubro de 2009

domingo, 18 de Outubro de 2009
O deputado que não chegou a ser
Vinicius, pois claro!

Andam dizendo na noite
Que eu já não te amo
Que eu saio na noite
E já não te chamo
Que eu ando talvez
Procurando outro amor
Mas ninguém sabe, querida
O que é ter carinho
Que eu saio na noite
Mas fico sozinho
Bem perto da lua
Bem perto da dor
Perto da dor de saber
Que este céu não existe
E que tudo o que nasce
Tem sempre um fim triste
Até meu carinho
Até nosso amor
A ceia do director

quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
Ele há indignações estranhas... by José Ferreira Fernandes
A PROPÓSITO da desajustada (para não dizer ridícula) pretensa campanha no "Facebook" contra o novo anúncio da cadeia de supermercados "Pingo Doce" não resisto a transcrever a crónica de José Ferreira Fernandes no "Diário de Notícias" de ontem:
"O Pingo Doce contratou um famoso publicitário brasileiro para a campanha que começou nas televisões na semana passada. Vai daí, começou outra campanha no Twitter, esta semana: abaixo--assinados de portugueses (já vão em 1600) contra o anúncio do supermercado. Fui ver. Talvez porque não seja o cliente- -tipo, o anúncio não me aquece nem arrefece. Mas, porque nasci com a dose suficiente de bom- -senso, uma coisa garanto: não tem nada que suscite uma mobilização indignada. Então? Porquê os 1600 e o frenesim, que já apela até a um encontro de indignados? Eu explico: cherchez la femme. O que, traduzido para a circunstância, é: alguém ficou sem a conta choruda que o supermercado tinha para publicidade e que foi parar ao brasileiro. A dor de corno na bolsa é das que mais doem. Espero que sem relação, mas também esta semana, alguém ressuscitou um vídeo da actriz brasileira Maitê Proença, onde ela é grosseira sobre os portugueses. O vídeo é velho de dois anos e, no entanto, também já há abaixo-assinados contra a brasileira. Se hoje Liedson marcar 5 golos (4 contra Malta e um na própria baliza) e amanhã aparecer um abaixo-assinado contra o "brasileiro" que traiu o nosso guarda-redes, vou ficar atento: o defraudado publicitário português está mesmo assanhado."
quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
Vai mais um copo?
segunda-feira, 12 de Outubro de 2009
Vai um pelourozinho?
Sintomas
Sinais...
From the Equator with love...
sexta-feira, 9 de Outubro de 2009
Se eu votasse por esse País fora...
Lisboa - Pedro Santana Lopes, PSD/CDS/MPT/PPM
Oeiras - Isaltino Morais, "Oeiras mais à frente" (IND.)
Sintra - branco
Amadora - Joaquim Raposo, PS
Tomar - Pedro Marques, "Independentes por Tomar" (IND.)
Gaia - Luís Filipe Menezes, PSD/CDS
Porto - Rui Rio, PSD/CDS
Matosinhos - Narciso Miranda, "Matosinhos Sempre" (IND.)
Ourique - José Raul Santos, PSD
Faro - José Apolinário, PS
Vila Real de Santo António - Luís Gomes, PSD
domingo, 4 de Outubro de 2009
A bota que não bate com a perdigota...
No mínimo... estranho!
quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
Volver

A vez do tango!
Mas já agora, em tempos de campanha eleitoral para Lisboa, convinha saber onde pára a idêntica candidatura do fado que foi lançada por Pedro Santana Lopes em 2005. Será que os seus sucessores na autarquia deixaram cair esta iniciativa por alguma razão pessoal, partidária ou política? Ou não a acham importante? Convinha saber...
Por cima de patada... coice!
terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Valha-nos isso!
À espera...
Opção consciente!

Extraordinário!
NESTE PAÍS existem cada dia mais coincidências... Então não é que dois dias depois das eleições legislativas e onde o CDS se tornou "determinante" em arranjos de maioria parlamentar, as autoridades resolveram "visitar" três escritórios de advogados da capital, ao que se sabe todos eles relacionados de algum modo com a polémica adquisição dos submarinos no "consulado" de Paulo Portas no MInistério da Defesa. No mínimo, extraordinário!segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
A preocupação mora aqui...

quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
A política do "kleenex"
Cavaco Silva sempre foi useiro e vezeiro na chamada “política do kleenex”, ou seja, no que vulgarmente se denomina por “usar e deitar fora”. Entre valores e interesses pessoais, Cavaco jamais hesitou, optando sempre pelos últimos em detrimento do que mais nobre possui a política enquanto arte - a gratidão e a solidariedade. Desde que surgiu na cena política, Cavaco nunca hesitou em “deixar cair” quem pudesse (nem que fosse ao de leve...) comprometer as suas ambições. Sucedeu, por exemplo, com ministros como Miguel Cadilhe, Jorge Braga de Macedo e até Leonor Beleza, a quem na primeira oportunidade apontou a porta de saída dos seus governos; com Fernando Nogueira, que durante mais de uma década “ofereceu o corpo às balas” como seu “número dois” e a quem desmentiu publicamente uma semana antes das eleições que opunham este a António Guterres; com Pedro Santana Lopes, a quem como artífice da sua ascensão ao poder na Figueira da Foz deve em grande parte a liderança do PSD e contra quem não hesitou em alinhar numa campanha há muito não vista no nosso País quando este ocupava o cargo de primeiro-ministro; e até mesmo com Durão Barroso a quem, em 2001 e poucas semanas antes das eleições que haviam de conduzir ao poder o actual presidente da Comissão Europeia, foi incapaz de publicamente prestar apoio.
Agora foi a vez de Fernando Lima e, por arrasto, da sua amiga Manuela Ferreira Leite que na noite do próximo domingo e a confirmarem-se as expectativas sobre o que será um discreto resultado eleitoral bem pode responsabilizar Cavaco Silva por esse mesmo score. Mais uma vez, usando de um calculismo que lhe poderá vir a sair bem mais caro do que poderá supor, o actual chefe de Estado “sacrificou” colaboradores e amigos, sempre em nome de uma estratégia e ambição pessoais que começam a ser vistas com profunda desconfiança até mesmo por quem com ele sempre esteve.
Cavaco Silva tem de entender que teve a sorte de “estar no sítio certo no momento certo”: por exemplo, quando Sá Carneiro convidou Loureiro Borges para seu ministro das Finanças e este recusou, indicando-o para o lugar; quando, na Figueira da Foz, o seu partido suspirava por alguém alguém que fosse contraponto de uma liderança débil como tinham sido as de Balsemão, Mota Pinto ou Machete; quando se apresentou ao País após três anos e meio de um “bloco central” que deixou os portugueses praticamente em depressão; quando os cofres europeus se abriram de par em par, estando ele em S.Bento. E ao mesmo tempo tem de entender, de uma vez por todas, que “estar no sítio certo no momento certo” não implica necessariamente “ficar na História”. Para isso, é necessário lutar por algo, sacrificarmo-nos, possuir e privilegiar valores – não bastando usar e abusar de um calculismo que tem tanto de frio e cínico como de serôdio e provinciano. É isso que diferencia um Cavaco Silva de um Mário Soares, de um Sá Carneiro, de um Francisco Salgado Zenha, de um Adelino Amaro da Costa ou de um Ramalho Eanes, por exemplo. É é por isso que enquanto uns possuiem dimensão e “mundo”, outros nunca deixarão de ser umas aplicadas e certinhas personagens a quem não se lhes conheceu um rasgo ou um pensamento minimanente brilhante durante toda uma vida...
quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
As atitudes de Cavaco
terça-feira, 22 de Setembro de 2009
Quem não quer ser lobo...
terça-feira, 15 de Setembro de 2009
Falta de pachorra e... de memória
segunda-feira, 14 de Setembro de 2009
A lição das europeias
sábado, 12 de Setembro de 2009
Vitórias que são derrotas...
sexta-feira, 11 de Setembro de 2009
Sócrates vs. Louçã
DE HÁ uns meses a esta parte, especialmente após as eleições europeias, grande parte (para não dizer a imensa maioria…) dos nossos analistas políticos prognosticava e anunciava a “morte política” de José Sócrates, vaticinando uma mais do que certa derrota nas eleições legislativas de 27 de Setembro. E de facto o desaire sofrido nas europeias, somado às mil e uma “trapalhadas” em que o primeiro-ministro se viu envolvido nos últimos anos (o registo biográfico rasurado; a apressada e mal-amanhada licenciatura a um domingo numa universidade onde, para além dos professores serem amigos de longa data, lhe foi permitido fazer exames por fax(!); a assinatura de projectos de inenarráveis casas na Guarda que alegadamente não eram da sua autoria; o valor declarado na escritura de compra de um apartamento em Lisboa e que era aparentemente bastante inferior aos valores praticados pelo mercado imobiliário; e o já célebre e cada vez mais intrincado “caso Freeport”) e aos inúmeros conflitos que o seu governo protagonizou com algumas classes profissionais (professores, por exemplo) justificava de algum modo a lógica de quem, à partida, considerava o líder socialista como “condenado” a perder as eleições.
Confesso que nunca fui um grande seguidor dessa tese. Não porque considerasse despicientes todos os “casos” e polémicas que envolveram Sócrates e o seu governo, mas fundamentalmente porque há muito que reconheço ao actual chefe do governo uma notável capacidade de sobrevivência, em grande parte devido à obstinação, teimosia e determinação que caracterizam a sua personalidade. Outro no seu lugar dificilmente possuiria estrutura psicológica para suportar situações que, quer se queira quer não, tendem a debilitá-lo politica e pessoalmente como é o caso de todo o “folhetim” do licenciamento do “Freeport” de Alcochete e em que, por mais que negue o seu envolvimento, é continuamente salpicado pela evolução do processo que, desde que atravessou fronteiras, tem “arrastado” muitos dos que com ele trabalharam no Ministério do Ambiente. Isto já para não falar da sua surrealista licenciatura e cuja polémica conduziu mesmo ao encerramento de uma universidade… Mas Sócrates aguentou. Justificou o injustificável, vitimizou-se, chegou mesmo a conseguir passar de acusado a acusador. Reconheça-se: notável!
Vem isto a propósito do debate que assisti na última terça-feira e que opôs o primeiro-ministro a Francisco Louçã. O Sócrates que enfrentou o sempre bem-preparado líder do Bloco de Esquerda mostrou ser alguém que leva as coisas a sério, que tem um “killer instinct” próprio de um predador político e que “encostou às cordas” um adversário que raramente revela atabalhoamento (e Louçã revelou-o). No fundo, Sócrates revelou-se o que normalmente se denomina como “um politicão” – isto numa ocasião em que, estrategicamente, era fundamental “estancar” alguma fuga de votos que pode existir do seu eleitorado para a esquerda mais radical.
Posso estar enganado, mas “cheira-me” que na noite do próximo dia 27, José Sócrates, ainda que sem maioria absoluta, terá motivos para sorrir. Quanto mais não seja porque, lá mais para o fim do ano, irá conhecer o “seu” quinto líder do PSD desde que chegou a S.Bento…
in "+Cascais"
terça-feira, 8 de Setembro de 2009
A verdade... em 1928

sábado, 5 de Setembro de 2009
Se faz favor...
José Sócrates, 2004 (II)
José Sócrates, 2004 (I)
Quem com ferros mata...
sábado, 29 de Agosto de 2009
?!
Fala (e escreve) quem sabe...

Pedro Silva Pereira by Mário Crespo
e que este Governo dá grande importância ao condicionamento dos jornalistas"23 anos...
HÁ DIAS, um amigo brasileiro que tem passado por cá nos últimos meses comentava-me que tinha “colhido” dos portugueses um forte e mais do que visível desejo de mudança: “O pessoal aí está farto, dá para perceber que quer mudar...”, dizia-me ao telefone, um pouco surpreendido - ele que é um homem ligado às coisas da publicidade e do marketing – por nenhum dos contentores políticos, em especial a líder da oposição, esgrimir esse argumento nos outdoors que começam a ver-se espalhados por esse País fora.
Com o oceano de permeio e de telemóvel para telemóvel, tentei sucintamente explicar-lhe que, de facto, esse é que era o grande problema com que nos debatíamos – a ausência de uma proposta séria e sustentada de mudança. Mas ele insistia: “Pô... Mas essa tal de Manuela é da oposição, certo?”. Certo, é claro que sim, confirmava-lhe. E ele voltava à carga, uma, duas, três vezes: “Fafi, não tô entendendo, vocês portugas são mesmo complicados...”. Aí eu fiz um esforço, pedi-lhe que me ouvisse um minuto e tentei resumir as duas últimas décadas da política portuguesa. Desta forma: entre Janeiro de 1990 e Outubro de 1995, a actual líder do PSD esteve no governo, tendo sido secretária de Estado e depois ministra da Educação - isto sem contar com o cargo de directora-geral que desempenhou entre 1986 e 1990; depois, com a vitória eleitoral dos socialistas, em 1995, José Sócrtaes, o actual primeiro-ministro entrou para o governo, onde esteve sete anos, primeiro como secretário de Estado e depois como ministro; a seguir, em 2002, com o regresso do PSD ao governo, Manuela Ferreira Leite voltou a ser ministra durante dois anos, até Julho de 2004; e finalmente, poucos meses depois, em Março de 2005, Sócrates foi eleito primeiro-ministro. Resumindo: há 19 anos, para não dizer 23 (se contarmos com o facto da líder “laranja” ter sido Directora-Geral da Contabilidade Pública entre 1986 e 1990) e à excepção de um curto período de oito meses, ou Sócrates ou Ferreira Leite fizeram parte dos governos que o nosso País teve.
“Você 'tá brincando, não 'tá?”, questionava o meu amigo lá de terras de Vera Cruz. Não podia estar a falar mais a sério, dizia-lhe - era exacatamente por isso que isso da “mudança” não colava de jeito nenhum. “Vinte e três anos?! Só pode ser brincadeira!”, exclamava o meu interlocutor. Achei que a chamada já ia longa e ao despedir-me não resistir em “abrasileirar” o meu português: “Brincadeira é 'apelido' (alcunha), meu caro...”.


